quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010‏

Bonjour!!! Ça va bien?
Que saudades que estava de ver esses queridos falando francês a todo o momento. Não gostei dos italianos! Hahahahaha (olha... negando a raça... ma vá!) Bom, mas eu não sou mau educada com as pessoas e sempre que posso, gosto de ajudar... os turistas principalmente coitados!
Hoje fui conhecer o Arc de La Défense, ele nada mais é do que um arco super moderno situado no bairro de La Defense, que também é um bairro com muitas construções modernas. Ele é um cubo branco de 112m de altura, feito de mármore branco e aberto no centro. Ele se alinha ao Arco do Triunfo, a Champs - Elysée e também a praça de La Concorde. Ali pertinho dele também tem um shopping chamado CNIT que também é muito moderno. Paris, pra quem não sabe, não tem shopping, as lojas são todas de rua e no máximo tem algumas galerias ou uma galeria enorme como a Lafayette (que lembra um shopping).
Não sei se vocês perceberam, mas eu não fiz nenhum post na quarta-feira passada, pois já tinha ido a esse museu e também a Torre Eiffel, e não montei o post pois além de super atrasada que estava, seria dois lugares que eu voltaria a escrever pois irei voltar pra lá.
Fui ao Hôtel des Invalides na quarta passada e voltei na segunda para ver o restinho que faltava. Ele foi construído por Luís XIV em 1670 para dar abrigo aos inválidos do exército. Hoje, além de ser a casa eterna de Napoleão Bonaparte, é também o Musée de L´Armée e uma necrópole militar.
Na frente do prédio e também no pátio existe uma série de canhões enfileirados. O alinhamento dos canhões na esplanada é altamente simbólico. Esses canhões estão apontados ao Palácio do Eliseu para lembrar ao seu locatário que na França o soberano é o povo, e que este pode a qualquer momento retomar as armas.
Fui primeiro à exposição de Louis XIV à Napoleão primeiro que consiste em uma mostra de todo equipamento que era utilizado pelo exército na época dos dois reis: armaduras, chapéus, armas, espadas, roupa de montaria, quadros, vestes, etc. Depois fui ao museu da Primeira e Segunda Guerra Mundial, e foi aí que eu me impressionei. Esta parte do museu é toda explicativa, mostrando os anos, porque as guerras começaram, quem eram os inimigos e os aliados, mostra além de vestes e utensílios típicos de cada guerra,  cartazes, apelos, chamados. Tem vários mapas interativos, que mostram como as tropas e quais tropas estavam invadindo onde. Contava histórias e passava vídeos da época nos telões espalhados por todo o museu. Foi um dos melhores e mais bem feitos museus que eu já estive na vida. Gostaria muito de poder voltar lá com muito mais calma e poder ver todos os filmes, ler todas as placas e prestar muita atenção em cada mapa que é colocado.
Além destes dois museus, o prédio também abriga a Capela de Saint-Louis-des-Invalides, que é onde está situada o túmulo de Napoleão Bonaparte.Suas cinzas estão no centro desta capela dentro de um monumental sarcófago de madeira. Ao seu redor também estão os túmulos de seu filho, François Bonaparte, e de seus irmãos Joseph e Jérôme.
A cúpula dourada dos Inválidos constitui um dos pontos de referência da paisagem parisiense. Logo à frente, encontra-se o Sena que é atravessado pela Ponte Alexandre III, chegando ao Petit Palais e ao Grand Palais.
A Ponte Alexandre III é a ponte mais linda de Paris. Faz parte do conjunto arquitetônico formado pelos dois Palais onde ao final encontramos a Champs-Elysée. Ela é decorada com querubim, ninfas e cavalos alados dourados nas extremidades. Foi nomeada assim após a aliança Franco-Russa feita pelo czar Alexandre III em 1892. E foi daí, da Ponte Alexandre III que eu vi pela primeira vez a Torre Eiffel! Linda, ao pôr-do-sol.
E pra terminar vi os dois Palais, que foram construídos em torno de 1900 para servirem de casa para exposições temporárias. O local foi escolhido, por estar no meio da Champs-Elysée. Hoje, o Grand Palais é o único que ainda mantém somente exposições temporárias, enquanto o Petit Palais tem uma exposição permanente e de vez em quando, uma temporária. Hoje é conhecido como o Museu de Belas Artes da Vila de Paris.
Entrei no Petit Palais para conhecer a expo permante que consiste em quadros, monumentos, vasos, jóias e tapetes do século XVII ao XIX, da época do Renascimento, Mundo Cristão e Antiguidade Grega e Romana. Além do seu interior ser lindíssimo, com arcos esculpidos, pinturas nos tetos e um jardim interior, um chuchu!
Ufa ufa... mais tarde tem mais! Estou quase em dia com todas as novidades hein! Mas não acaba nunca... só dia primeiro mesmo!
Beijãooooo com saudades de vocês (mas sem vontade de voltar)

6 comentários:

Gabitus disse...

Querida,

eu também não teria vontade de voltar nunca!!!

Parece que tudo aí é lindo e muito bem cuidado, um cenário!!

Beijinhos!!

AL. disse...

oi coisa fofa e queridaaaaaaaaaaa
vc já está com depressão pós Europa? hahahaha meu, imagino que deva ser muito difícil voltar.
snifs

adorei seu comentario lá no meu cafofo!

besos

Mel disse...

Ain gatíssimas...
Mto difícil... quero mais Europa, mais cultura...
mas posso trazer as pessoas queridas pra pertinho e ganhar em euro (pelamordedeus)???
bisou!!!

Gabitus disse...

oies!Aqui é a Cami escrevendo... hehehehe
Estou adorando acompanhar suas peripécias. Deve ser tudo lindo e maravilhoso, q delícia!

Só tenho um pedido... quero queijo!!!!!!! hehehehehehe
Fico com água na boca só de te ouvir contar!

Bjinhos
Cami

Gabitus disse...

oies!Aqui é a Cami escrevendo... hehehehe
Estou adorando acompanhar suas peripécias. Deve ser tudo lindo e maravilhoso, q delícia!

Só tenho um pedido... quero queijo!!!!!!! hehehehehehe
Fico com água na boca só de te ouvir contar!

Bjinhos
Cami

Gabitus disse...

Querida,

estou com tanta invejinha de todos os quitutes que anda comendo, que fiz panna cotta aqui em casa!! Uuuui!!! falta só o crepe!!! Hahahahaha

Beijos!!

gabi.